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Lições de Patriotismo (Carta aberta à Selecção de Futebol)

Não, meus senhores, a mim não me dão lições de patriotismo, logo a mim e a milhões de portugueses que não pertencendo à alta finança ou a qualquer lobby politico-partidário viram os seus salários e pensões cortados - no meu caso, em 5%, mais 10% na minha mulher - os  subsídios de férias e Natal esfumaram-se (dizem que serão repostos até 2018), o IVA,IRS e outros impostos a aumentarem, o gás, a electricidade, a água e, imaginem V.Exªs, até o ...desemprego! Ao contrário de V.Exªs os portugueses, na sua larga maioria, não recebe ou recebeu 900€ por dia para ter a honra suprema de representar o nosso País - perguntem, por exemplo, aos deficientes das forças armadas e ex-combatentes no Ultramar quanto recebem de pensão - ao contrário de V.Exªs não se hospedaram ou hospedam em Hoteis de luxo, nem sequer numa Pensão, para passarem umas mini-férias a fazerem aquilo que mais gostam de fazer. Sim, sou daqueles portugueses que vos criticaram pelos péssimos desempenhos nos jogos que e...

Ponto final...

Critico a forma desorganizada e atabalhoada com que se lançou a promoção, mas dai até criticar quem lá foi comprar vai uma distância enorme. Foi uma fabulosa jogada de marketing? Foi. O dia não foi o melhor? Talvez, mas o que é certo é que a pessoas já não acreditam nem em partidos políticos, nem em sindicatos e, muito menos, perdoam a uma Esquerda que nos deixou a pedir esmola, pelo menos, essa é a minha sensação. O que faltou, isso sim, foi civismo por parte de muitos clientes, mas isso é algo a que estamos já habituados, pois, agora ninguém respeita ninguém e confundem liberdade com libertinagem.  Em casa, os papás não repreendem os filhos para que estes não fiquem com uma depressão, na escola os professores e auxiliares não os podem repreender pois sujeitam-se a levar "porrada" dos meninos ou, pior ainda, dos papás dos ditos, e isso deve-se a uma governação laxista e uma cultura do " deixa andar" que se agudizou com a aprovação de leis absu...

Incongruências...

No decorrer de uma visita ao arquipélago para participar numa reunião do Partido Popular Europeu, o presidente da Comissão Europeia lembrava então que antes de Portugal aderir à Comunidade Económica Europeia, a Madeira “era uma das regiões mais atrasadas e mais pobres” da Europa. Disse depois que, naquele dia 13 de Outubro de 2010, o arquipélago estava "claramente acima da média".   Barroso relacionou o sucesso da Madeira com os investimentos da própria região autónoma, de Portugal e dos fundos estruturais da União Europeia, estratégias de gestão agora criticadas por Angela Merkel.  Durão Barroso elogiou ainda a “excelente taxa de execução dos fundos europeus” que a região autónoma registava, considerando estar-se perante “um bom exemplo” do que pode fazer a União Europeia em termos de coesão económica, social e territorial.  A avaliação foi corroborada pelos relatórios anuais preparados pelo executivo comunitário sobre a utilização dos fundos europeus e...

Meia-noite em Paris...

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Fui ver este filme, ontem, para tomar fôlego sobre o assalto de que fui (omos) alvo cerca das 20.15 hrs, e valeu a pena para rir um pouco, recordar Paris uma das nossas cidades favoritas, e celebrar o facto de ter uma mulher maravilhosa que me acompanha na vida. Vale a pena ver (quem tem aquele cartão da Zon só paga um bilhete, isto se for acompanhado)! De 0 a 20 dou-lhe 15 valores!

Confusões...

Sempre odiei confusões, isto é, estar no meio das ditas, meter nas referidas, enfim, confusões não são comigo (ponto final). No entanto, por estes dias, anda muita gente confusa que, perdoem-me a  expressão, confunde "o cú com as calças" e gera injustiças no todo quando se querem referir a uma parte, melhor dizendo, julgam a floresta por uma árvore.  A quando da entrada da famigerada "troika" em Portugal, e perante a sobranceria de alguns dos países que nos ajudavam, sempre  defendi que Portugal é um país com história, com passado, mas também com futuro e, agora, defendo o mesmo em relação à Madeira.  Leio e vejo muito ignorante se referir e a confundir, à Região Autónoma da Madeira (RAM) como sendo igual a Alberto João Jardim, ou só o dito senhor, o ataque é de tal dimensão que até parece que a causa principal da "troika" no nosso País é a RAM e a sua dívida quando esta nem corresponde a 5% do montante emprestado pelo FMI/UE/BCE...

Não, não nasce nas árvores...

"Devemos prosperar por merecimento, não por protecção." Platão É chato,muito chato, mas é a verdade o dinheiro não nasce nas árvores, não cai quando chove e acima de tudo mais custa muito a ganhar. É com este discurso que eu e a minha mulher, lá em casa, tentamos incutir nas nossas filhas o valor do dinheiro e a sua importância. Não, elas não são gastadoras, mas também não são forretas, diria que são pequenas criaturas conscientes que devemos administrar bem os bens que temos para não passarmos por "necessidades" mais tarde, tal qual a formiga faz em relação à cigarra. Por vezes, a ilusão do dinheiro tolhe-nos  a criatividade, leva-nos a gastos desnecessários, e a uma muito reduzida poupança, as pessoas vivem como se não existisse amanhã e tendem a "estoirar" aqui que têm e não têm. A medida (corte de cerca de 50% no Subsídio de Natal) apresentada pelo 1º Ministro na passada 5ª feira, na Assembleia da República, é  uma medida impopular, mas justa , se...

Nós e a crise...

O Presidente norte-americano John F. Kennedy costumava dizer o seguinte para caracterizar a CRISE: "Quando escrito em chinês a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade." Não posso estar mais de acordo com estas palavras, na medida em que são nestes momentos muito conturbados que, geralmente, os homens saem do "seu lugar confortável no sofá" para lutar pela sua própria sobrevivência. São, pois, tempos de oportunidade, este em que vivemos, oportunidades essas que temos de saber aproveitar, dando o melhor de nós para que o País, que é pertença de todos, solte as amarras a que está agrilhoado e se  projecte no futuro (que queremos promissor).   Muitas vezes, a maior parte delas, as mudanças são penosas, difíceis, mas quando as vemos com distanciamento, quer temporal, quer racionalmente, facilmente chegamos à conclusão que "até nem foi tão mau de alcançar, custou, mas não matou". É, poi...

Assembleia...quê?

Agora virou moda, os "jovens" por toda a Europa acampam em praças e pracetas reivindicando os seus direitos, isto é,  já não lhes basta viverem à custa dos pais, não todos mas muitos, terem roupa lavada, pó-pó, agora querem algo que não sabem bem como explicar. Em Portugal, no Rossio, qual macacos de imitação, meia centena de jovens e menos jovens, no meio de uma nuvem de fumo (proveniente dos charros que vão fumando) lá vai dizendo uma serie de "asneiradas", o termo é meu, e palavras de ordem daquelas que o comum dos mortais, mesmo o mais antipático, é capaz de morrer a rir. Querem mudar isto? Votem!!!!  Não fiquem em casa, a curar a ressaca da noite anterior, tentem ser criativos, trabalhem como eu o fiz desde que saí da Faculdade, dei no duro, fui à luta mas, mais tarde ou mais cedo, fui reconhecido (e não tenho cartão partidário). Mas não eles preferem a "mama" dos papás é mais conveniente e confortável. Será que eu teria direito a microfone  mesmo ...

Qué frôr?

Nos meus tempos de estudante na capital, não não é essa que estão a pensar, essa escreve-se com K, mas, dizia eu, na última década do século XX, ali para a zona das Docas haviam sempre uns paquistaneses/indianos, a que vulgarmente os lisboetas chamavam de monhés, que nos tentavam vender flores (de qualidade duvidosa) para oferecer à namorada/mulher ou, em último e desesperado caso, a nós próprios.  A frase era sacramental para um puto de 18/19 anos (como eu naquela altura) se urinar a rir: Qué frôr? E eu que não percebia o que o dito senhor tinha acabado de falar, perguntava: O quê? Lá o homem de tez escura voltava a perguntar: Qué frôr? E lá eu respondia: Ah, se quero flores! Não, obrigado, não quero! Mas eles lá insistiam na sua lenga-lenga do: Qué frôr? E eu por piedade ou por estar "fartinho da Silva" daquela perseguição lá anuía a comprar uma "frôr". Passados 20 anos, olho para a televisão e vejo que os ditos paquistaneses/indianos, a que vul...

O mesmo regabofe...

Um tipo aterra em Portugal, liga a televisão vê o Sócrates a falar e pensa...tenho que dar de frosques daqui por eu queria era visitar Lisboa e não Oslo!!! O (ainda)  1º Ministro de Portugal tem uma capacidade de "dourar a pílula" digna de um qualquer Houdini ou Luís de Matos, o homem é capaz de estar horas a falar de um País que só ele conhece, ele, o Silva Pereira e o Santos Silva. É nauseante ouvir aquela cassete todos os dias, assim como o é ouvir os "comentadores de serviço" nos vários canais de televisão que abundam pelo nosso Portugal. Agora numa fuga para a frente recuso-me a ver telejornais, só ouço noticias na rádio, os jornais já só lei a parte internacional, e foi banido do meu hábito a compra do Diário de Notícias, que por estes dias mais não é que o jornal do regime, e cingi as minhas compras ao "I" e "Público", semanários "Expresso" e alguns jornais europeus "ABC" e o"Guardian". É a vida, não há que...

Quando os "mais velhos" voltam a ser...crianças!

Tenho muito respeito por todos aqueles que, com mais ou menos cabelos brancos, transportam em si a experiência de vida acumulada, com mais anos que eu, logo com outras vivências que não tenho. Respeito todas as opiniões e discordâncias que possamos ter nos mais variados assuntos, mas se há coisa que me tiram do sério são "velhos" com atitudes de teenagers, com aquelas "birras" e "teimas" próprias de adolescente que eles não são.  Serve a introdução para dizer que como sou um tipo que tem mais vida para além da "net", não me escondo nessa capa de anonimato, sou de carne e osso, tenho os meus momentos menos bons, mas sou incapaz de ofender quem quer que seja, são ...feitios!!!  O meu "karma" blogistico é um tipo que diz ter 63 anos (isto é, idade para ter juízo) e que onda vai, onda vem gosta de me espicaçar com um veneno próprio de um homem menor, mesquinho e baixo a fazer lembrar o Villas-Boas do fóculdoporto , e que gosta de me ofe...

Como sempre...só vencedores

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Um caso do foro socio-patológico é que, em Portugal, nunca ninguém é derrotado em noite de eleições (desde Autárquicas a Presidenciais, passando por Regionais e Legislativas ou Europeias), de facto, só em Portugal é que tal sucede. Senão vejamos: OS VENCEDORES (VENCIDOS): Manuel Alegre (José Sócrates) : Um grande "melão" na expressão facial dos dois, mas com aquela desculpazinha, muito conveniente quando é um candidato de direita a vencer. E, pior, desvalorizando a vitória dos adversários com a desculpazinha da "descida no número de votos do actual PR". Francisco Lopes (Jerónimo de Sousa): A mesma cassete do costume, a tocar desde 1974. Defensor de Moura: Deselegante na hora da derrota ao não apresentar cumprimentos ao vencedor, provavelmente, ressabiado e pensando nas contas que tem para pagar consequência de despesas da campanha. José Manuel Coelho: Uma vergonha para o País que tenha alcançado 4,5%, maior vergonha que tenha vencido no concelho onde (eu) r...

No país do faz de conta...

Faz de conta que vivíamos num País em que: O Governo governa O Presidente preside Existe respeito por todos os Órgãos de Soberania (PR, AR; Governo, Tribunais) Os cidadãos tem a certeza que não lhes irão retirar dinheiro ao salário Os serviços de saúde funcionam porque os seus profissionais estão bem servidos quer técnica, quer, por via, da satisfação e reconhecimento do que fazem todos os dias, isto é, salvar vidas Os professores são respeitados pelos alunos e reconhecidos pelo Ministério da Educação  O mundo não girava à volta das crises do Sporting, os golos do SL Benfica ou das trafulhices do FC Porto Se fizéssemos de conta todo aquilo que atrás referi viveríamos, com certeza, num País melhor, pelo menos, essa é a minha opinião!

Tristeza pela "belenização" do ...Sporting Clube de Portugal!

Tenho muitos(as) amigos(as) sportinguistas, a minha "metade de vida" (mulher) é do Sporting, o meu sogro sofre da mesma "doença", e eu como que por afinidade aprendi a ser complacente com o clube dos "copos d´leite" o que para qualquer benfiquista que se preze é um "pecado mortal". Serve o introdução para dizer que é com pena que digo que o SCP já não pode ser considerado um "grande" do nosso país, não é de agora, já de há muito tempo. É um clube sem estratégia, nomeadamente, ao nível do futebol sénior/profissional, e não é levado a sério por equipas de "meia-tigela" como o Paços de Ferreira, o Marítimo, o Beira-Mar ou o Vitória de Setúbal, e é confrangedor assistir, independentemente dos erros de arbitragem, a um jogo do Sporting. O Sporting tornou-se no Belenenses, só que tem como sede Alvalade e não Belém. Os seus adeptos mais, como direi, "copos d´leite", que não os que estão na bancada, adoram aquela corte tod...