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Ponto final...

Critico a forma desorganizada e atabalhoada com que se lançou a promoção, mas dai até criticar quem lá foi comprar vai uma distância enorme. Foi uma fabulosa jogada de marketing? Foi. O dia não foi o melhor? Talvez, mas o que é certo é que a pessoas já não acreditam nem em partidos políticos, nem em sindicatos e, muito menos, perdoam a uma Esquerda que nos deixou a pedir esmola, pelo menos, essa é a minha sensação. O que faltou, isso sim, foi civismo por parte de muitos clientes, mas isso é algo a que estamos já habituados, pois, agora ninguém respeita ninguém e confundem liberdade com libertinagem.  Em casa, os papás não repreendem os filhos para que estes não fiquem com uma depressão, na escola os professores e auxiliares não os podem repreender pois sujeitam-se a levar "porrada" dos meninos ou, pior ainda, dos papás dos ditos, e isso deve-se a uma governação laxista e uma cultura do " deixa andar" que se agudizou com a aprovação de leis absu...

Ainda o Pingo Doce...

Deixo aqui o testemunho de Adriano Pinto, funcionário do Pingo Doce, que não me parece nada chateado por não ter ido "festejar" o 1º de Maio... « Sou um funcionário Do Pingo Doce e vou aqui deixar um comentário sobre o dia 1 de Maio. Já ouvi pessoalmente ontem críticas enquanto tava na caixa, vejo críticas na rede social como uma parte deste comentario “Parece-me que não sabe o signi ficado do dia 1 de Maio...considerado "O Dia do Trabalhador.....Talvez se trabalha-se de sol a sol a sua opinião seria diferente e não defenderia quem tem o mundo nas mãos”, onde muitos nem sabem nem imaginam o que passa dentro do grupo PD, em que dizem que os funcionários foram obrigados e fizeram pressão para irem trabalhar.  Não fui obrigado a nada fui por livre vontade, só é de dar valor ao meu patrão que pagou o dia a triplicar vou ter uma folga compensatória, e no fecho da loja tivemos a jantar.   Críticas e mais críticas é dor de cotovelo de não estar num grupo desta dime...