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Reflexão da semana...

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Sem mais comentários!

Sem mais palavras, e algumas lágrimas...

Entrei apressado e com muita fome no restaurante. Escolhi uma mesa bem afastada do movimento, porque queria aproveitar os poucos minutos que dispunha naquele dia, para comer e acertar alguns bugs de programação num sistema que estava a desenvolver, além d e planear a minha viagem de férias, coisa que há tempos que não sei o que são. Pedi um filete de salmão com alcaparras em manteiga, uma salada e um sumo de laranja, afinal de contas fome é fome, mas regime é regime não é? Abri o meu portátil e apanhei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim: - Senhor, não tem umas moedinhas? - Não tenho, menino. - Só uma moedinha para comprar um pão. - Está bem, eu compro um. Para variar, a minha caixa de entrada está cheia de e-mail. Fico distraído a ver poesias, as formatações lindas, rindo com as piadas malucas. Ah! Essa música leva-me até Londres e às boas lembranças de tempos áureos.  - Senhor, peça para colocar margarina e queijo. Percebo nessa altura que o menino tinha ficado ali. - O...

Mentalidade de criado...

«(...)Os dois traços terríveis dos portugueses são o províncianismo, de que os cosmopolitas Eça ( sobretudo Fradique Mendes ) e Pessoa desgostavam, e a subserviência. Esta subserviência é o parente pobre da província da soberba. Numa sociedade com graves desigualdades, e herdeira de uma sociedade salazarista e colonial de senhores e servos, de relações de potestade  assentes sobre a escravidão e a ignorância, a subserviência interiorizou-se e ficou um traço de carácter. As conferências do Estoril são um palco ideal onde se representam alguns desses traços. Gente como Francis Fukuyama, ou Mohamed El Baradei, comportam-se com modos e civilidade, respeito pelos outros, dom que certos portugueses de meia tigela ( grande expressão ) que arrotam postas de pescada ( uma das mais singulares expressões da nossa língua, digna de figurar no vídeo - [ o da mensagem à Finlândia que circulou na internet ] - ) não têm nem terão. Vou contar um episódio. Num dos dias entrei no perí...

Sabedoria...

Um velho indio estava a falar com o neto e contava-lhe: «Sinto-me como se tivesse dois lobos lutando no meu coração.  Um é um lobo irritado, violento e vingativo.  O outro está cheio de amor e compaixão.» O neto perguntou: «Avô, diga-me, qual dos dois ganhará a luta no seu coração?» O avô respondeu: «Aquele que eu alimente.»

Maus chefes e a nossa saúde...

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Fernando

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Olha o ...Fernando!!!

Pedras...

‎ "Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…"   Fernando Pessoa