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Ainda o Pingo Doce...
Deixo aqui o testemunho de Adriano Pinto, funcionário do Pingo Doce, que não me parece nada chateado por não ter ido "festejar" o 1º de Maio... « Sou um funcionário Do Pingo Doce e vou aqui deixar um comentário sobre o dia 1 de Maio. Já ouvi pessoalmente ontem críticas enquanto tava na caixa, vejo críticas na rede social como uma parte deste comentario “Parece-me que não sabe o signi ficado do dia 1 de Maio...considerado "O Dia do Trabalhador.....Talvez se trabalha-se de sol a sol a sua opinião seria diferente e não defenderia quem tem o mundo nas mãos”, onde muitos nem sabem nem imaginam o que passa dentro do grupo PD, em que dizem que os funcionários foram obrigados e fizeram pressão para irem trabalhar. Não fui obrigado a nada fui por livre vontade, só é de dar valor ao meu patrão que pagou o dia a triplicar vou ter uma folga compensatória, e no fecho da loja tivemos a jantar. Críticas e mais críticas é dor de cotovelo de não estar num grupo desta dime...
E o Nobel da Literatura vai para...
O que eu já me ri com os argumentos (pró e contra) dirimidos, nesta e noutras redes sociais, sobre a atribuição do Nobel da Literatura ao Sr. Dylan. Eu que sou um comum mortal que, por acaso, até gosta de ler, sinto que entregar um Prémio - que já foi atribuído a, entre outros, Kipling, Yeats, Shaw, Hemingway ou Mann e até, que diabo, ao "nosso" Saramago - a um letrista (por muito bom que este o seja e até é) é um sinal que o Prémio Nobel não é mais aquilo que era, ou seja, uma distinção de grandes escritores, aqueles que nos marcam para sempre com as suas palavras, o Nobel é uma ...(completar a gosto) e vale o que vale nas minhas escolhas literárias. Bom fim de semana a todos!





Permita-me, Ricardo, dizer que vê-las crescer será, isso sim, uma alegria sem tamanho.
ResponderEliminarCompreendo esse "aperto no coração" que será, creio, um sentimento positivo.
Abraço, amigo.
Pois é, António, mas é um "cocktail" de sentimentos.
EliminarAbraço, amigo.
Compreendo! : )
ResponderEliminarPois... ;)
EliminarNa passado sábado fui a Hong Kong visitar a Universidade onde está a estudar a minha filha Catarina.
ResponderEliminarAquele bebé gorduchinha, que nasceu ontem no Hospital Conde de São Januário, é hoje uma mulher linda e uma caloira.
Anda depressa?
À velocidade da luz!!
Aquele abraço
Parece uma corrida de 100 metros, Pedro.
EliminarAquele Abraço.
Compreendo e eu que o diga, mas há que saber todos os bocadinhos em família. Agora tenho a dose dos netos e aproveito tudo ao segundo...porque mais dia, menos dias já são gente crescida e com as suas vidas.
ResponderEliminarA vida é isso mesmo Ricardo com uma porta giratória que não pára!
Beijos
Fatyly, gostei da expressão de que a vida é «uma porta giratória que não pára!».
EliminarBeijos.