Hoje comemora-se o Dia Mundial do Livro e, para mim, é desses "dias mundiais" - que crescem como cogumelos - um dos mais importantes, porque ler é aprender, é conhecer.
Ricardo, Ando a ler um livro que recomendo. Não sei se o leu. É violento, terrível, por vezes, até porque é verdadeiro. Filho da Guerra, de Emmanuel Jal. A história de uma criança-soldado no Sudão. Vale a pena. Abraço
( Trabalho exposto no Mercado dos Lavradores - Funchal A foto é de minha autoria ) «Dois bons princípios de vida: a nossa indiferença e paz perante o que pensam acerca de nós; e, a tranquilidade de nunca termos de julgar ninguém.» José Luís Nunes Martins
O que eu já me ri com os argumentos (pró e contra) dirimidos, nesta e noutras redes sociais, sobre a atribuição do Nobel da Literatura ao Sr. Dylan. Eu que sou um comum mortal que, por acaso, até gosta de ler, sinto que entregar um Prémio - que já foi atribuído a, entre outros, Kipling, Yeats, Shaw, Hemingway ou Mann e até, que diabo, ao "nosso" Saramago - a um letrista (por muito bom que este o seja e até é) é um sinal que o Prémio Nobel não é mais aquilo que era, ou seja, uma distinção de grandes escritores, aqueles que nos marcam para sempre com as suas palavras, o Nobel é uma ...(completar a gosto) e vale o que vale nas minhas escolhas literárias. Bom fim de semana a todos!
Deixo aqui o testemunho de Adriano Pinto, funcionário do Pingo Doce, que não me parece nada chateado por não ter ido "festejar" o 1º de Maio... « Sou um funcionário Do Pingo Doce e vou aqui deixar um comentário sobre o dia 1 de Maio. Já ouvi pessoalmente ontem críticas enquanto tava na caixa, vejo críticas na rede social como uma parte deste comentario “Parece-me que não sabe o signi ficado do dia 1 de Maio...considerado "O Dia do Trabalhador.....Talvez se trabalha-se de sol a sol a sua opinião seria diferente e não defenderia quem tem o mundo nas mãos”, onde muitos nem sabem nem imaginam o que passa dentro do grupo PD, em que dizem que os funcionários foram obrigados e fizeram pressão para irem trabalhar. Não fui obrigado a nada fui por livre vontade, só é de dar valor ao meu patrão que pagou o dia a triplicar vou ter uma folga compensatória, e no fecho da loja tivemos a jantar. Críticas e mais críticas é dor de cotovelo de não estar num grupo desta dime...
É bom ler.
ResponderEliminarPara saber falar.
Ricardo,
ResponderEliminarAndo a ler um livro que recomendo.
Não sei se o leu.
É violento, terrível, por vezes, até porque é verdadeiro.
Filho da Guerra, de Emmanuel Jal.
A história de uma criança-soldado no Sudão.
Vale a pena.
Abraço