Eu e as minhas três filhas...

Com esta semana inicio uma nova experiência com as minhas três filhas, e porquê?

Porque a partir de 5ª feira e até sábado (durante três semanas consecutivas) a minha mulher tem de se deslocar, em trabalho, a Lisboa e por lá permanecer durante três dias da semana e eu cá ficarei com as minhas três "terroristas" a aguardar, ansiosamente, pelo seu regresso. Não porque não consiga dar conta da tarefa - que me foi suavizada pela ajuda preciosa da minha mãe e da minha sogra - mas  porque nunca fiquei, desde há muito tempo, tanto tempo distante da minha cara-metade.

Serão três semanas desafiantes que já me começaram a provocar aquelas malditas "borboletas" no estômago, terei que elevar os meus níveis de paciência a doses nunca vistas em mim, e ter aquele "toque maternal" que aos homens é muito difícil atingir, por muito que se lute e leia para o ter. 

Vou ter que ter paciência para ouvir, especialmente  à Constança, aquela sacramental pergunta:

- Onde está a mamã?

Ao que terei de responder, vezes sem conta, o seguinte:

- Foi a Lisboa em trabalho.

Não deixaremos de ter o "nosso" tradicional jantar de família das 6ªs feiras, nem deixaremos de rezar antes de deitar, nem contar uma história antes de dormir, e a minha paciência para as "tretas" da Constança (da água, dos beijinhos a toda a gente mil e quinhentas vezes, e outras que mais...).

Enfim, podes ir descansada e "concentradíssima" (como o Futre) que nós por cá ficaremos bem!!!

Love U!!!

Comentários

  1. É só amor! : )
    It takes a village to raise a child!
    Neste caso sera uma mãe e uma sogra!
    Boa sorte. : )

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  2. Caríssimo Amigo

    Eis o seu lado pessoal, romântico, apaixonado, bem à vista.

    Partilha connosco de tal forma que nos transporta para um cenário encantador.

    Mas ... meu caro, trazer a este seu 'post' o Paulo Futre, não está com nada.
    Fiquei com os olhos em bico.

    Um abraço e boa semana.

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  3. Caro confrade Ricardo!
    Desejo-lhe um ano auspicioso repleto de realizações!!!!
    Também desejo-lhe muita pertinácia para tolerar esta quebra de rotina familiar!!! Como você tem a assessoria das suas valorosas mãe e sogra certamente os percalços do cotidiano serão atenuados!!!
    Pense que este sacrifício de não ter a convivência diária da sua amada esposa é para o benefício da carreira dela... Você já pensou com ela também deve estar sem chão?!...
    Caloroso abraço! Saudações familiares!
    Até breve...
    João Paulo de Oliveira
    Diadema-SP

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  4. Fiquei um carradão de vezes com as garotas, Ricardo.
    Desde muito pequeninas.
    A profissão da minha mulher a isso obriga.
    Não é complicado dar conta do recado.
    E a companhia é a melhor possível.
    Aquele abraço

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