Caro confrade Ricardo! Fico cá a divagar que as pessoas formavam filas nas bilheterias dos cinemas para assistirem esta película, enquanto o mundo estava sob a égide de uma maldita carnificina, que ceifou milhões de vidas... Caloroso abraço! Saudações harmoniosas! Até breve... João Paulo de Oliveira Diadema-SP
( Trabalho exposto no Mercado dos Lavradores - Funchal A foto é de minha autoria ) «Dois bons princípios de vida: a nossa indiferença e paz perante o que pensam acerca de nós; e, a tranquilidade de nunca termos de julgar ninguém.» José Luís Nunes Martins
O que eu já me ri com os argumentos (pró e contra) dirimidos, nesta e noutras redes sociais, sobre a atribuição do Nobel da Literatura ao Sr. Dylan. Eu que sou um comum mortal que, por acaso, até gosta de ler, sinto que entregar um Prémio - que já foi atribuído a, entre outros, Kipling, Yeats, Shaw, Hemingway ou Mann e até, que diabo, ao "nosso" Saramago - a um letrista (por muito bom que este o seja e até é) é um sinal que o Prémio Nobel não é mais aquilo que era, ou seja, uma distinção de grandes escritores, aqueles que nos marcam para sempre com as suas palavras, o Nobel é uma ...(completar a gosto) e vale o que vale nas minhas escolhas literárias. Bom fim de semana a todos!
Deixo aqui o testemunho de Adriano Pinto, funcionário do Pingo Doce, que não me parece nada chateado por não ter ido "festejar" o 1º de Maio... « Sou um funcionário Do Pingo Doce e vou aqui deixar um comentário sobre o dia 1 de Maio. Já ouvi pessoalmente ontem críticas enquanto tava na caixa, vejo críticas na rede social como uma parte deste comentario “Parece-me que não sabe o signi ficado do dia 1 de Maio...considerado "O Dia do Trabalhador.....Talvez se trabalha-se de sol a sol a sua opinião seria diferente e não defenderia quem tem o mundo nas mãos”, onde muitos nem sabem nem imaginam o que passa dentro do grupo PD, em que dizem que os funcionários foram obrigados e fizeram pressão para irem trabalhar. Não fui obrigado a nada fui por livre vontade, só é de dar valor ao meu patrão que pagou o dia a triplicar vou ter uma folga compensatória, e no fecho da loja tivemos a jantar. Críticas e mais críticas é dor de cotovelo de não estar num grupo desta dime...
Uma das canções que se houve constantemente nos supermercados e centros comerciais. Uma canção que ainda é muito lucrativa para os seus descendentes!
ResponderEliminarCaro confrade Ricardo!
ResponderEliminarFico cá a divagar que as pessoas formavam filas nas bilheterias dos cinemas para assistirem esta película, enquanto o mundo estava sob a égide de uma maldita carnificina, que ceifou milhões de vidas...
Caloroso abraço! Saudações harmoniosas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Diadema-SP
Uma das canções mais ouvidos nesta época natalícia, no entanto o original é sempre mais bonito.
ResponderEliminarB.Crosby marcou uma época no cinema.
beijinhos meu amigo
Inesquecíveis - o filme e a banda sonora!!
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