Hosni Mubarak lá decidiu o que deveria ter feito há muito tempo. Não foi, creio, de livre vontade mas, o que é importante, é que o Egipto acaba de dar um passo em direcção à liberdade. O poder está agora entregue às forças armadas.
Aguardemos. Ainda é cedo para deitar os foguetes. Mas é já um bom princípio.
Olá Ricardo! Uno-me nessa carinhosa e merecida homenagem a essa fabulosa Avó, toda prafrentex! Parabéns a ti, por manteres viva a sua memória, com tanto carinho. Emocionaste-me! Deixa-me dizer o quanto eu gostaria que, pelo menos um dos meus netos, me guardasse assim, no coração e na memória. Quanto ao Egipto da bela Cleópatra, concordo com o pensamento do Jonathan: A verdadeira liberdade é mesmo isso, o poder fazer tudo o que deve ser feito. Beijinhos e bom fim-de-semana. Janita
O povo egípcio parece-me mais sensato e, de certa maneira, mais evoluído que os congéneres da região. Vamos ver se sabem manter o discernimento necessário para não sairem de uma e meterem-se noutra. Para já, associo-me aos festejos.
( Trabalho exposto no Mercado dos Lavradores - Funchal A foto é de minha autoria ) «Dois bons princípios de vida: a nossa indiferença e paz perante o que pensam acerca de nós; e, a tranquilidade de nunca termos de julgar ninguém.» José Luís Nunes Martins
Deixo aqui o testemunho de Adriano Pinto, funcionário do Pingo Doce, que não me parece nada chateado por não ter ido "festejar" o 1º de Maio... « Sou um funcionário Do Pingo Doce e vou aqui deixar um comentário sobre o dia 1 de Maio. Já ouvi pessoalmente ontem críticas enquanto tava na caixa, vejo críticas na rede social como uma parte deste comentario “Parece-me que não sabe o signi ficado do dia 1 de Maio...considerado "O Dia do Trabalhador.....Talvez se trabalha-se de sol a sol a sua opinião seria diferente e não defenderia quem tem o mundo nas mãos”, onde muitos nem sabem nem imaginam o que passa dentro do grupo PD, em que dizem que os funcionários foram obrigados e fizeram pressão para irem trabalhar. Não fui obrigado a nada fui por livre vontade, só é de dar valor ao meu patrão que pagou o dia a triplicar vou ter uma folga compensatória, e no fecho da loja tivemos a jantar. Críticas e mais críticas é dor de cotovelo de não estar num grupo desta dime...
O que eu já me ri com os argumentos (pró e contra) dirimidos, nesta e noutras redes sociais, sobre a atribuição do Nobel da Literatura ao Sr. Dylan. Eu que sou um comum mortal que, por acaso, até gosta de ler, sinto que entregar um Prémio - que já foi atribuído a, entre outros, Kipling, Yeats, Shaw, Hemingway ou Mann e até, que diabo, ao "nosso" Saramago - a um letrista (por muito bom que este o seja e até é) é um sinal que o Prémio Nobel não é mais aquilo que era, ou seja, uma distinção de grandes escritores, aqueles que nos marcam para sempre com as suas palavras, o Nobel é uma ...(completar a gosto) e vale o que vale nas minhas escolhas literárias. Bom fim de semana a todos!
Hosni Mubarak lá decidiu o que deveria ter feito há muito tempo.
ResponderEliminarNão foi, creio, de livre vontade mas, o que é importante, é que o Egipto acaba de dar um passo em direcção à liberdade.
O poder está agora entregue às forças armadas.
Aguardemos.
Ainda é cedo para deitar os foguetes.
Mas é já um bom princípio.
Meu caro,
ResponderEliminarNão sou péssimista, mas acho que apenas o primeiro passo para a liberdade foi dado. Passo importante e indispesável, mas faltam outros...
Olá Ricardo!
ResponderEliminarUno-me nessa carinhosa e merecida homenagem a essa fabulosa Avó, toda prafrentex! Parabéns a ti, por manteres viva a sua memória, com tanto carinho. Emocionaste-me!
Deixa-me dizer o quanto eu gostaria que, pelo menos um dos meus netos, me guardasse assim, no coração e na memória.
Quanto ao Egipto da bela Cleópatra, concordo com o pensamento do Jonathan: A verdadeira liberdade é mesmo isso, o poder fazer tudo o que deve ser feito.
Beijinhos e bom fim-de-semana.
Janita
O povo egípcio parece-me mais sensato e, de certa maneira, mais evoluído que os congéneres da região. Vamos ver se sabem manter o discernimento necessário para não sairem de uma e meterem-se noutra. Para já, associo-me aos festejos.
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