Quo Vadis?




A Europa discutindo, sem norte, mas com dinheiro, permutas de refugiados e emigrantes árabes.

A Turquia fazendo destes indefesos homens, mulheres e crianças moeda de troca para se juntar à União Europeia. O directório da União com generosas proclamações,estéreis todas elas se, a elas, não estiverem associadas a clareza, a prontidão, a sensibilidade, o humanismo e a eficácia.

A estatística da UE como mãe de todas as análises seja da pobreza, da morte ou da tragédia.

Enfim, nestes tempos de raiva e revolta -por vezes, irracional, de ódio em relação a todos, sem excepção, àqueles que julgamos serem todos perigosos terroristas, convém - nestes tempos em que nós cristãos exortamos ao perdão, ao exemplo de Jesus Cristo e da sua infinita bondade e capacidade de perdoar - relembrar as palavras do Papa Emérito Bento XVI quando visitou o Campo de Concentração Nazi de Auschwitz-Birkenau:

“No fim, só pode haver um terrível silêncio, um silêncio que é um sentido grito dirigido a Deus: Porquê, Senhor, permaneceste em silêncio? Como pudeste tolerar isto? Onde estava Deus nesses dias? Porque esteve Ele silencioso? Como pôde Ele permitir esta matança sem fim, este triunfo do demónio? Onde está Deus nestes momentos?”

Hoje, ou melhor, ontem perguntei o mesmo a Deus...aguardo resposta!

Uma Santa Páscoa a todos vós e respectivas famílias.

Comentários

  1. Depois de ter visto aquele vídeo espero que tenha ficado com algumas respostas, Ricardo.
    Ele deu a vida por nós.
    O supremo sacrifício, que agora celebramos.
    Aquele abraço, votos de Feliz Páscoa para si e família

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