Vergonha...

Que raio de país é este que coloca no 2 lugar do top de vendas de livros, o livro escrito por um condenado refiro-me - claro está - a Carlos Cruz!

É mesmo tacanha esta gentinha!

Vergonha é o que sinto!

Comentários

  1. Meu querido Amigo Ricardo.

    Sabes bem que tudo o que for motivo de polémica, desperta a curiosidade.
    Como disse Camilo Castelo Branco:

    "Quem quiser voga e fama pinte de sangue e lama os seus painéis"

    Não sei se será o caso, mas pronto...lembrei-me!

    Beijinhos

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  2. Caro Amigo

    Permita-me que lhe lembre (é mesmo necessário?) que o livro é isso mesmo e não uma decisão do(s) juíz(es).
    Carlos Cruz escreve o que entende dever escrever.
    A minha opinião sobre o assunto não é relevante. Mas tenho-a e não me sinto envergonhado por isso.

    Voltando ao segundo lugar que o livro ocupa nos escaparates de algumas livrarias, dizer apenas que é um assunto que reflecte a quantidade de livros vendidos e não outra coisa.
    É evidente, e digo isto porque sei, haver muita gente a comprar. Desde os que acredita na inocência até aos que não acreditam passando pelos que não têm opinião formada.

    O meu Amigo Ricardo considera vergonhoso um Ruy de Carvalho, Carlos do Carmo, José Pedro Vasconcelos, Manuel Pedro Magalhães - que operou Carlos Cruz -, Raquel Rocheta, entre tantos outros, no lançamento do livro?
    Eu estive lá. Trouxe o livro, por acaso a custo zero, estou a lê-lo e consumi-lo-ei até à última palavra.

    Vergonhoso é isto: "...No próximo dia 26, a primeira audiência para apreciar estes recursos vai decorrer no Tribunal da Relação de Lisboa ...". Informação do jornal Público. Não sabem estes senhores que a audiência foi adiada para 9 deste mês?

    Dito isto, cumprimento o meu Amigo Ricardo com aquele abraço e um sorriso.

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  3. Querida Janita,

    concordo em absoluto com as palavras de Camilo Castelo Branco, e mais não digo.

    Beijinho, minha amiga!

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  4. António,

    você sabe que eu sei que isto é apenas um livro - de ficção, digo eu - e não uma sentença.

    É claro que o arguido/condenado em 1ª Instância por ter sido provado que por si foram praticados vários actos que configuram a prática de ilícitos criminais. De tal acórdão foi apresentado recurso para o Tribunal da Relação de Lisboa não tendo, até ao momento em que escrevo estas linhas, sido proferida decisão.

    Posto isto, devo dizer-lhe que "estou-me nas tintas" que o Ruy de Carvalho, Carlos do Carmo, José Pedro Vasconcelos, Manuel Pedro Magalhães estivessem presentes no lançamento do livro, são amigos do autor e isso é normal. O que já não é normal - para mim - é que o livro esteja em 2º lugar nas tabelas de vendas e também revelador, a meu ver, de uma certa tacanhez deste povo.

    O António é livre de ler e consumir aquilo que quiser, estamos num País democrático e como tal nada tenho a acrescentar nesta matéria.

    Quanto ao erro do "Público" considero um lapso, dos muitos que acontecem diariamente nas redacções dos jornais/rádios/tv, e que nada tem de vergonhoso.

    Assim, e dito isto, envio-lhe o mesmo abraço e o mesmo sorriso de sempre!

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